Ex-Machina: Instinto Artificial (2015) – Inconscientemente uma Artificialidade Real

Cinema | Ex-Machina: Instinto Artificial: 

Filosófico, evolutivo e inteligencia artificial fazem parte dessa película. Até onde o ser humano pode ir para criar uma fonte de vida? Até onde vão para querer ser tornarem Deus.

Ex-Machina Instinto Artificial (2015) - Inconscientemente uma Artificialidade Real000“Ex-Machina” é um filme dirigido e roteirizado por Alex Garland (Dredd, 2012 -Roteiro-). Cinematografia de Rob Hardy (Rapaz A, 2007) e trilha sonora de Geoff Barrow (Livre, 2014) e Ben Salisbury (Nature, 2012-15). O elenco conta com Domhnall Gleeson (Questão de Tempo, 2013), Oscar Isaac (X-Men: Apocalipse, 2016), Alicia Vikander (O Agente da U.N.C.L.E., 2015) e Corey Johnson (Kingsman, 2014).

Caleb (Domhnall Gleeson), um jovem programador de computadores, ganha um concurso na empresa onde trabalha para passar uma semana na casa de Nathan Bateman (Oscar Isaac), o brilhante e recluso presidente da companhia Bluebook. Após sua chegada, Caleb percebe que foi o escolhido para participar de um teste com a última criação de Nathan: Ava (Alicia Vikander), uma robô com inteligência artificial.

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O filme aborda a todo momento se é possível uma maquina pensar por conta própria. Se é possível terem sentimentos e ideias próprias. É isso que o diretor quis passar, num roteiro muito bem elaborado, com ótimos recursos de narrativa. A todo momento me questionava qual era a dos personagens, o que eles queriam e que fim levaria toda aquela trama. Um ótimo começo ara o diretor estreante.

A direção do filme nos deixa a todo momento com os pensamentos a “mil”, sempre com a pulga atrás da orelha. Todos que estão ali inseridos se portam como enigmáticos numa trama que te surpreende a todo momento. Mas se nos primeiros atos o filme se porta assim, infelizmente falha no ato final fazendo toda a história se tornar previsível. Em alguns pontos a história se perde e pode confundir o espectador.

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Os atores estão ótimos, fazem um contraponto interessantíssimo. Ambos um o oposto do outro e sendo assim funcional para a história. Oscar Isaac interpreta o Doutor Nathan, extrovertido e mais comunicativo do que Domhnall Gleeson que faz Caleb que é o oposto. Mas por ambos serem inteligentes obtém-se ótimos diálogos, sendo ricos em detalhes.

A atriz, Alicia Vikander que faz Ava, a inteligencia artificial é uma das melhores coisas do filme. Não é de hoje que me surpreendo a cada filme que vejo dela, pois entende muito bem onde seu personagem está inserido sendo assim verdadeira no filmes em que atua. A forma como a personagem conversa se põe. A relação que mantém com o protagonista faz desse um dos papeis mais brilhantes de sua carreira.

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A cinematografia propõe lugares futurísticos e nada acolhedores, o que dá uma certa sensação de claustrofobia o que a todo momento é o que faz parecer na vida do personagem Caleb e também de Ava. Que em contra partida é oposto para Nathan com lugares abertos e de “liberdade”. A trilha completa bem a obra sem nenhum destaque abrangente.

Nota---Jogo

“Ex-Machina: Instinto Artificial” é um bom filme tecnológico, com roteiro interessante mais um pouco previsível em seu final com algumas pontas soltas. Trás bons trabalhos de atuação e desenvolvimento de personagem.

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