Fuller House (2016) – A Casa Novamente está Cheia!

Crítica | (Fuller House) Três é Demais: 

De repente nos pegamos olhando para um futuro com um tom mais nostálgico. Muita coisa se passou, muitas filmes e séries do passado fizeram parte de nossas vidas. Mas, elas voltam e as vezes mais fortes do que nunca. Confesso que quando vi o episódio sete de “Star Wars”, chorei feito um bebê, mas eu não posso e sempre tento afastar o fã do critico. É um trabalho árduo, mas tem de ser feito.

fuller-house-first-season-41901Fuller House é a continuação direta de “Full House”, aqui no Brasil chamada de “3 é Demais”. Uma sitcom americana em que a trama se passava com um pai solteiro, tendo de criar suas três filhas, com ajuda de seu irmão e seu melhor amigo. Em suma a história da novíssima temporada é a mesma, sendo que há inversão de papeis, onde a filha mais velha, solteira, deve cuidar de seus três filhos, com a ajuda de sua irmã e sua melhor amiga. Prestem atenção nessa repetição, que voltarei a comentar mais tarde.

A série criada por Jeff Franklin e distribuída pela NetFlix, tendo a produção da Warner Channel, com a trilha sonora de Jesse Frederick e a cinematografia por Gregg Heschong. No elenco temos Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin, Andrea Barber, Michael Campion, Elias Harger, Soni Bringas e Dashiell / Fox Messitt. Fora todo o elenco original da série antiga, de volta em participações especiais, com exceção das gêmeas Olsen.

Com treze episódios, a nova temporada se demonstra fiel ao original. Uma nostalgia pelo seu primeiro episódio que trás inúmeras referências e homenagens ao seu passado. Confesso que fiquei um pouco com o pé atrás se funcionária como o esperado. Pois com o trio antigo, era tudo levado como uma boa piada e o fardo pode ser muito pesado agora para a alcateia de lobas.

Nem todos os episódios podem ser marcantes e são poucos para uma primeira temporada. Mas há alguns em que teve ótima produção, com boas piadas e sacadas geniais. Funciona como entretenimento e além de trazer comédia, emociona por sua trama também dramática. As atrizes continuam bem em seus papeis que já fizeram e ainda fazem com maestria e tendo um ótimo acréscimo com o novo elenco.

A cinematografia é excelente pois toda a casa fora reconstruída com os mínimos detalhes, mas o que me preocupa é a forma como hoje em dia é encarado essas continuações/remake.

Como disse num dos primeiros parágrafos, a sinopse para essa continuação é muito igual a série de 1987. As vezes por conta disso a trama pode se tornar previsível, seja por D.J. ter três filhos, a mesma quantia que era de seu pai. Ou sua irmã seguir carreira na música como era o Tio Jesse e a melhor amiga ser engraçadona como Joey. São coisas que funcionam, mas já foram feitas. Talvez trazer o novo seria interessante. O que não é difícil, pois são personagens feitos por ótimos atores, e cada um pode ter sua peculiaridade.

A série consegue trazer boas novidades. Como a filha de Kimmy, Ramona e seu ex-futuro marido latinos. Um acréscimo, novidade que somou legal a história.

Mesmo com poucas peculiaridades, a nostalgia bate fundo e para aqueles que não perdiam uma tarde para ver, irá gostar de saber o que ocorreu com essa família tão engraçada que animava a todos. Que voltaram agora, todos do elenco, para mais algumas reuniões em família. Claro, faltou um membro importante, mas é compreensível.

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